Energia solar e a mineração de criptomoedas

Embora mecanismos como o Proof-of-Stake sejam populares no mercado de criptomoedas, ainda predominam as criptomoedas que utilizam protocolos voltados para a mineração de dados, como o Bitcoin (BTC).

A mineração de dados é considerada a força motriz das principais redes blockchains que utilizam mecanismos de Proof-of-Work. No entanto, o uso indiscriminado de energia elétrica para a mineração de criptomoedas pode ser preocupante.

Essa preocupação atinge países como China, por exemplo, que baniu recentemente grandes fazendas de mineração de Bitcoin no país, afetando diretamente o preço do BTC no mercado.

O uso de energia elétrica para a mineração de Bitcoin provocou um alarme em escala global, ao mesmo tempo em que despertou o crescimento por alternativas renováveis de energia, já que a mineração da criptomoeda consome mais energia que a Argentina inteira.

 Fonte renovável

Em busca de dirimir os impactos provocados pela mineração de Bitcoin no mundo, recentemente foi criado o Conselho de Mineração de Bitcoin. Através deste grupo, foi observado que a mineração da criptomoeda está usando fontes de energia renováveis, como a energia solar.

Segundo relatório do conselho publicado em maio de 2021, 67% das empresas de mineração que participaram da pesquisa declararam que utilizam energia renovável no processo de mineração de Bitcoin.

Assim, considerando os dados obtidos pela pesquisa, que atingiu 32% de toda a indústria de mineração, o conselho concluiu que 56% de toda a atividade de mineração da criptomoeda é resultante de fontes de energia limpa.

 Mineração de dados

A maioria das redes que utilizam a tecnologia blockchain depende da mineração de dados para registrar novos blocos na rede. Um levantamento realizado pela Universidade de Cambridge aponta que o Bitcoin já consome mais energia que alguns países, como a Argentina.

Segundo os números da pesquisa de 2021, o uso de energia elétrica pelo Bitcoin corresponde a mais de 121 Terawatts por hora. Além de ultrapassar a Argentina no ranking de maiores consumidores, a criptomoeda está próxima de alcançar o consumo da Noruega na lista.

No total, se o Bitcoin fosse um país, a criptomoeda ocuparia a 30º posição entre os países que mais consomem energia elétrica no mundo. Considerando o gasto anual de energia pela criptomoeda, é como se 0,5% de toda a produção de energia elétrica fosse direcionada para a mineração do BTC.

 A grande aposta da Light DeFi

O consumo de energia elétrica através da mineração de dados no mercado de criptomoedas ainda é preocupante, e iniciativas como a Light DeFi podem resolver esse problema.

A Light DeFi foi desenvolvida para criar uma usina fotovoltaica para a produção de energia solar, e pretende se tornar uma das maiores fontes de energia renovável do Brasil que aposta na energia solar. 

De acordo com o projeto do token, as próprias taxas cobradas pela rede do Light DeFi serão responsáveis pelo financiamento do projeto da usina fotovotaica. O token separou uma carteira digital onde 5o% das taxas da rede serão usadas para o financiamento da construção dessa usina.

Ao mesmo tempo em que terá uma usina para a produção de energia limpa, a Light DeFi pretende se consolidar na indústria de mineração de criptomoedas. Com uma fonte de energia renovável, o token pode desenvolver uma fazenda de mineração logo em seguida, com energia limpa e resolvendo o problema de consumo de energia elétrica na atividade de mineração de dados.

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